
Minha respiração está lenta, pesada, difícil.
O ar está envenenado, minha visão obscurecida.
Lágrimas silenciosas brotam de meus olhos,
Num choro que nunca ninguém irá ouvir.
Sinto a vida se esvaindo de meu corpo,
Sumindo lentamente.
Em minha cabeça, correm furiosas lembranças.
Palavras cruéis ditas, erros, decepções.
Pergunto-me se realizei meus sonhos
Não adianta, eles estão derramados no asfalto.
Nas minhas mãos está escorrendo o líquido obscuro
Sangue, sangue, sangue.
Há uma pulsante dor no meu peito.
Dor, dor, dor.
E eu só consigo imaginar onde a luz dos meus olhos foi parar.
Sinto a vida se esvaindo de meu corpo,
Sumindo lentamente.
Em minha cabeça, correm furiosas lembranças.
Palavras cruéis ditas, erros, decepções.
Pergunto-me se realizei meus sonhos
Não adianta, eles estão derramados no asfalto.
Eu esperava encontrar um novo dia,
Uma nova luz pra seguir.
Estou flutuando num lago calmo.
Porque ainda tento lutar? Está melhor assim.
Sem dor, sem sofrimento, sem gritos.
Ossos quebrados nunca mais serão os mesmos.
Na minha última respiração, rasguei os laços.
Sinto a vida se esvaindo de meu corpo,
Sumindo lentamente.
Em minha cabeça, correm furiosas lembranças.
Palavras cruéis ditas, erros, decepções.
Pergunto-me se realizei meus sonhos
Não adianta, eles estão derramados no asfalto.
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